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Tópico: História de uma Batalha epica

  1. #11

    Padrão Re: História de uma Batalha epica

    As tropas estavam no campo de batalha, à espera do inimigo, que estava prestes a chegar. Já era tarde, mas ninguém arriscava a ir para dormir: hoje será o dia de escrever história. As pedras brancas da muralha da cidade vizinha, escondida entre as rochas dos vales, era o que nos separava da conquista. Estávamos todos à espera da ordem. Faltava pouco tempo para o aparecer o nosso herói montado no seu cavalo de guerra e o seu galhardete para dar a ordem e dizer: "é chegada a hora da nossa glória! Hoje será um dia para ser memorado, nossa cidade, Cartago, será separada em dois momentos: todos os dias antes de hoje e todos os dias depois da batalha que está por vir", dizia Demetrius, o herói cuja fama lhe era conhecida desde os campos, desde os oásis, desde as maravilhas e até os confins da Terra, bradando em alta voz, com um olhar inspirando confiança apontado para o infinito horizonte de incontáveis tropas, onde cada um dos homens, seja legionários ou caesaris, sentia arder em seu coração uma força incontrolável, um desejo, uma aspiração, uma missão, um lema: viver é o treinamento incansável de quem nasceu para morrer por aquilo que acredita!

    Demetrius galopava lentamente com seu cavalo de guerra de um lado para o outro à frente das tropas, mantendo a respiração constante, sereno e calmo, procurando apenas inspirar cada um dos guerreiros que ali estavam: "Sei que em toda batalha há baixas, e que muitas serão do nosso lado, mas eu darei a minha vida por cada um de vocês! Tentarei salvar cada um que estiver ao meu lado, e aqueles que se ferirem, não ficará nenhum para trás". Disse ele, em um tom inflamado, erguendo o seu braço esquerdo com um grande número de ataduras. A feiticeira da cidade, Soraia, lhe havia preparado uma grande quantidade de poções de cura e até um balde da vida, mas Demetrius optou pelas ataduras, pois para ele não bastava apenas vencer a batalha, queria preservar a vida do maior número de soldados que conseguisse.

    Enfim, era chegada a hora. O som ensurdecedor vindo das tropas inimigas que marchavam e gritavam na mais alta voz era ouvido mesmo sem ainda avistar nenhuma tocha acesa ascendendo no horizonte. O silêncio das tropas de Demetrius era total, ninguém ousava exprimir um único ruído. A ordem era apagar todas as tochas. O inimigo decidiu atacar de noite para tentar surpreender supondo que toda gente de Cartago estaria em profundo sono, mas os legatis, munidos com o artefato místico olhos de águia conseguiram identificar em tempo a estratégia inimiga, e logo enviaram o relatório para Demetrius, no qual preparou toda a tropa para recepcionar a investida inimiga.

    As cinco horas da manhã as tropas inimigas despontava pelos campos e se aproximavam cada vez mais, e a emboscada estava armada, apenas esperando o sinal para se revelarem e dar inicio a épica batalha que estava por vir. Já podia se avistar toda diversidade do exército adversário que vinham levantando seus estandartes e tochas: infantaria, cavalaria, arietes e catapultas compunham a ofensiva. O número de soldados inimigos pareciam não acabar mais, eram como areia na praia, como formigas no formigueiro!

    Nesse momento Demetrius deu o aval, a batalha começara! Os inimigos não acreditavam naquilo que os seus olhos estavam vendo, não era possível, estavam sendo surpreendidos na própria surpresa. E os guerreiros de Cartago atacavam com inegável maestria, sabiam o que tinham que fazer, lutavam dois a dois, três a três, se defendiam, atacavam, contra golpeavam... Parecia que cada um deles valiam por cem homens! Enquanto isso os inimigos não sabiam o que estava acontecendo, não tinham tempo de se reorganizar, se eles recuavam, as tropas de Demetrius avançavam e os encurralavam, se eles seguissem em frente eram abatidos feito ratos.

    A vitória se desenhava, mas eram mui numerosos os soldados adversários, mas nada que preocupasse, era nítido o olhar de frustração no rosto de cada um deles, o desespero, a incredulidade, a derrota! O Sol aparecia no horizonte e um quinto do exercito inimigo já havia sido dizimado. Assim a batalha foi se prolongando e ao meio dia aproximadamente havia chegado ao fim. Os inimigos foram aniquilados, não havia sobrado um sequer! A emoção era contagiante, inexprimível, inexplicável!

    Mas não havia tempo a perder! Demetrius organizara os senadores em comboios, era a hora perfeita de conquistar a cidade inimiga, não tinham como se defender, utilizaram 100% da força certos que arrasariam Cartago. Com efeito, o glorioso exercito de Demetrius chega ao lar de seus adversários, já anoitecendo, encontrando nenhuma resistência por parte dos inimigos, apenas trabalhadores e moradores alocados cada um em seu serviço. Desta feita os senadores chegavam um por vez e começavam a trabalhar em seus discursos.

    A recente e derradeira batalha e toda a grandeza de Cartago pesavam muito no julgamento de cada habitante, fazendo que cada senador tivesse uma influência ainda maior. Estava montada as assembleias, o povo discutia, sabia que não havia para onde correr, seriam destruídos se resistissem, não havia mais força militar, a única solução seriam se entregar e se converter à Capital. Já eram mais de onze horas da noite, quando todo o vilarejo acatou uma única postura: se converteriam a majestosa cidade, onde ajudariam a contribuir ainda mais com a grandeza de tamanho império!

    Enfim, acaba o dia, e que dia! O discurso que Demetrius havia dito ainda de madrugada acabara de se concretizar: "Hoje será um dia para ser memorado, nossa cidade, Cartago, será separada em dois momentos: todos os dias antes de hoje e todos os dias depois da batalha que está por vir". Assim começa a ascensão de um império, apenas um dia histórico de tantos outros que ainda estão por vir.
    Última edição por nardinhu; 16-06-17 às 01:26

  2. #12

    Padrão Re: História de uma Batalha epica

    As tropas estavam no campo de batalha, à espera do inimigo, que estava prestes a chegar. Já era tarde, but ninguém arriscava a ir para dormir: hoje será o dia de escrever história. As pedras brancas da muralha da cidade vizinha, escondida entre as rochas dos vales, era o que nos separava da conquista. Estavamos todos à espera da ordem. Faltava pouco tempo para o aparecer o nosso herói montado no seu cavalo de guerra e o seu galhardete para dar a ordem e dizer........ "Meu caros companheiros de armas, eu lhes pergunto estão preparados para quebrar-lhes as espinhas e retornarem com o que já foi nosso? 500 almas amendrontadas nos esperam com lanças afiadas e com um enorme temor da morte do outro lado das muralhas inimigas, mas isso não os impedem de perecer diante das nobres espadas de vós, façam com que o brilho dos elmos, e som da vossa marcha seja a última coisa que ouvirão antes da morte, e que os que tentarem fugir vejam ao longo da campina seus irmãos urrarem de dor enquanto tomamos suas cidades e que toda a tirania imposta seja desfeita, que restaure a glória de vosso império mais uma vez e que viva para sempre vosso comandante, AVANTE!" com tais palavras, o homem ao fronte de batalha aponta sua lança aos muros escuros da cidadela e avança ferozmente com nossos 1000 homens sem medo prontos para mais uma gloriosa vitória, para terminar de vez com a tirania daqueles que almejavam dominar o servidor, os covardes que atacam na surdina, mas esses tempos se passaram, pois os portadores da luz surgiram para trazer a paz e a ordem.

  3. #13

    Padrão Re: História de uma Batalha epica

    [QUOTE=JL;1015077]

    Caros jogadores

    Continue a história abaixo (em modo épico ou engraçado, você escolhe) ou conte-nos uma sua batalha épica ou engraçada que tenha tido em Travian: Legends. Pode adicionar imagens ou relatórios de batalha à sua história, é consigo.

    A história mais interessante irá receber 100 ouro. As outras duas seguintes irão receber cada 50 ouro.

    A história não pode ter menos que 4 frases.

    O concurso acaba dia 19/6.

    E a história começa assim...

    As tropas estavam no campo de batalha, à espera do inimigo, que estava prestes a chegar. Já era tarde, but ninguém arriscava a ir para dormir: hoje será o dia de escrever história. As pedras brancas da muralha da cidade vizinha, escondida entre as rochas dos vales, era o que nos separava da conquista. Estavamos todos à espera da ordem. Faltava pouco tempo para o aparecer o nosso herói montado no seu cavalo de guerra e o seu galhardete para dar a ordem e dizer.
    Guerreiro, agora e nossa hora por muito tempo aguardamos esse momento . vamos mais uma vez a guerra pela nossa honra pelo nosso amigos ,pela paz da nossa vila . vamos ataca matar um por um nao vamos deixa nada para traz . vamos fazer eles implora pela suas vida. e agora atacar que toques os tambores . :) .

  4. #14
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    Padrão Re: História de uma Batalha epica

    fechado

  5. #15
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    Padrão Re: História de uma Batalha epica

    Parabéns

    ganhou 100 ouro.
    já creditados.

    Citação Postado Originalmente por maumau32 Ver Post
    Nick: maumau32
    Servidor: ts4.travian.com.br

    E a história começa assim...

    As tropas estavam no campo de batalha, à espera do inimigo, que estava prestes a chegar. Já era tarde, mas ninguém arriscava a ir dormir: hoje será o dia de escrever história. As pedras brancas da muralha da cidade vizinha, escondida entre as rochas dos vales, era o que nos separava da conquista. Estávamos todos à espera da ordem. Faltava pouco tempo para aparecer o nosso herói montado no seu cavalo de guerra e o seu galhardete para dar a ordem e dizer........

    para atacarmos. Então, quando avistaram nosso herói chegando ao longe, logo se animaram e empunharam suas espadas. A batalha iria começar. Porém, ao chegar diante da tropa, nosso herói disse: __ “Bravos guerreiros gauleses, hoje escreveremos nossos nomes na história. Conquistaremos a aldeia inimiga e ela passará a ser nossa. Contudo, hoje o sangue de nossos guerreiros não se derramará ao chão. Nem o sangue dos inimigos, pois eles passarão a fazer parte de nosso exército. Isso acontecerá porque somente eu irei lutar. Vou desafiar o herói inimigo para uma luta. Se eu vencer, todo o exército deles virá para o nosso lado. Mas se ele vencer, quero que vocês vão embora e os deixem em paz.”.

    A ordem do nosso herói parecia interessante. Quem diria, conquistar uma aldeia inimiga sem que fossem perdidas as vidas de nossos homens. Além de que não iríamos danificar nada da aldeia. Então, conduzidos pelo nosso herói, marchamos até os portões do inimigo. E lá estavam eles, morrendo de medo escondidos atrás de suas muralhas. Ao avistarem nosso grande exército de Espadachins e Haeduanos, junto com nossos aríetes e trabuquetes, dava para sentir o medo deles no ar.

    Foi aí que nosso herói parou bem em frente aos portões da aldeia inimiga e disse: __ “Homens da aldeia romana. Hoje nossos destinos serão traçados, tanto o nosso com o de vocês. Estamos aqui prontos para invadir sua aldeia e destruir seus campos e também os edifícios. E junto com toda a destruição, muitas vidas serão perdidas, tanto nossas como suas. No entanto, muito mais suas do que nossas. E saibam que junto com suas mortes, suas mulheres e crianças também morrerão. Tudo isso pode ser evitado se aceitarem a minha proposta e meu desafio. Eu desafio o herói de vocês para um combate comigo. Somente nós dois lutaremos hoje e pouparemos as vidas tanto de nossos homens, como a vida de todos vocês. Se eu vencer, vocês se renderão a nós e passarão a fazer parte de nosso exército e de nosso império. Mas se o herói de vocês vencer, todo o meu exército irá embora e lhes dou a minha palavra que eles os deixarão em paz para sempre. Somente um de nós sairá vivo desse combate. E se o herói de vocês tiver coragem, ele aceitará meu desafio. E se ele não aceitar, do que vale para vocês seguirem um herói covarde?”

    Nisso houve um grande silêncio entre todos. Parecia que as palavras de nosso bravo herói haviam transpassado o coração dos inimigos. Eles estavam pensativos. Afinal, era uma boa proposta. Nenhuma vida dos homens da aldeia seria perdida e nem das suas mulheres e crianças. E agora? Será que o herói deles aceitaria o desafio?

    De repente, um ruído cortou o silêncio. Era o ranger dos portões inimigos que se abria. E lá estava ele, vindo ao nosso encontro. O herói inimigo havia aceitado o desafio e estava vindo lutar contra o nosso herói. Mas espere! O que se vê ali? O herói inimigo não era herói e sim uma heroína! É isso mesmo! O nosso herói teria que lutar contra uma mulher. E que linda mulher! Sua beleza era tão grande quanto seu enorme martelo de guerra que segurava em sua mão direita. Na sua mão esquerda estava a bolsa do ladrão. Daí pensamos: Para que ela trouxe uma bolsa do ladrão para uma batalha? Bem, como diriam nossos antepassados: “Nunca tente entender as mulheres. É mais difícil do que vencer uma batalha!” Ela também estava vestida com a armadura, as botas e o elmo da regeneração. Acho que ela pensava que é o Wolverine, que vai se regenerar instantaneamente dos golpes que vai sofrer.

    Diferente dela, nosso herói vestia a armadura de bronze e assim teria o dano reduzido em 4 pontos de vida. Em sua mão direita estava o grande punhal do espadachim e em sua esquerda o escudo de madeira.
    Quando os dois se aproximaram, pararam por um instante e se observaram por um bom tempo. Acho que ela teve uma queda pelo nosso herói. Ele tem os olhos verdes. Seu rosto sempre com a barba bem feita e ele é o homem mais forte de todo o nosso exército. Mas ele também a achou muito bela.

    Então ele disse: __ “Vejo que a aldeia romana se esconde por trás de uma mulher. Em minha honra, eu não luto contra mulheres.”.
    E ela respondeu: __ “Se não lutar comigo já terá sido derrotado antes da batalha começar, e terá que cumprir sua palavra e ir embora.”.

    Diante daquelas palavras, nosso herói sentiu um arrepio. Que voz mais doce e suave tinha aquela heroína! Ele pensou que não conseguiria agredir uma mulher tão linda. Mas ele não teve escolha. Em um movimento tão rápido como um relâmpago, a heroína atacou com seu martelo de guerra. Foi por pura sorte que nosso herói conseguiu se esquivar. Instintivamente ele a atacou também com sua espada, mas a heroína rebateu o golpe com seu martelo. Foi um grande espanto quando todos virão que a arma de nosso herói se despedaçou diante da defesa da heroína. E agora? O que faria o nosso herói? __ “Calma", pensou ele. __ “Ainda tenho minha força e meu escudo.” A heroína se anima diante da aparente vantagem. Por isso parte para mais uma sessão de golpes contra nosso herói.

    Duas, três, quatro marteladas contra o escudo de nosso herói e de repente, como se fosse o som de nossos aríetes destroçando os portões inimigos, se ouve o escudo de nosso herói sendo feito em pedaços. Será que seria o fim de nosso herói? Ainda não, pois ele era o homem mais esperto de toda a região.

    Mas, em uma avaliação mais atenta, nosso herói percebe que a heroína já está no nível 12, e ele apenas no nível 9. Além disso, nosso herói sempre usou os pontos de evolução para a produção de recursos, enquanto a heroína usou seus pontos para a força de combate. Realmente só um milagre poderia fazer com que nosso herói vencesse aquela batalha.

    Foi então que a heroína disse: __ “Você está perdido! Se renda ou terei que matar você!” A preocupação toma conta de nosso exército. Será que nosso herói iria se render? Mas como eu já disse, nosso herói é esperto e com certeza vai ter alguma ideia.

    Foi então que nosso herói se lembra que tem uma grande arma secreta que poderá funcionar contra a heroína. Então, conseguindo ser mais rápido do que a heroína, ele corre até o seu cavalo. A heroína pensa que nosso herói está fugindo e por isso para de persegui-lo. Quando ele chega ao seu cavalo, ele abre uma pequena bolsa que tem presa na garupa do animal. Ele retira algo de dentro de uma pequena jaula que estava guardada lá, ainda resultado de uma recente visita a um oásis abandonado. E eis que sua arma secreta era: UM RATO!

    Sem que a heroína percebesse, nosso herói soltou o rato que foi correndo em direção da heroína. Para a surpresa de todos, que grande revelação! Aquela grande heroína, forte e habilidosa, era também frágil e sensível como toda mulher. Quando ela viu que o rato se aproximava, ela deu um grito tão alto que quase estoura os ouvidos de todos que observavam. Sem pensar, ela jogou seu martelo longe e simplesmente saiu correndo em direção a árvore mais próxima. Quando chegou à árvore, subiu o mais rápido que pôde, e imediatamente começou a gritar: __ “Socorro, socorro. Salvem-me desse mostro horripilante.” Foi aí que todo o nosso exército ficou admirado com o plano de nosso herói. A heroína foi traída pelos seus instintos femininos. Mas não percebeu que foi o nosso herói que havia soltado o rato.

    Então, ainda com a pequena jaula na mão, nosso herói se aproxima de onde estava a heroína, tendo o rato aos pés da árvore. Nosso herói pula em cima do rato, e novamente consegue o capturar. A heroína, ainda em choque de tanto medo do rato, desce da árvore e se joga aos braços de nosso herói, dizendo: __ “Você é o meu herói! Você me salvou dessa fera horrorosa. Serei eternamente grata a você. E como gratidão, te dou a minha aldeia e o meu coração.” Os dois então se beijaram. E com olhares apaixonados, chamam a todos para celebrarem aquela união que se iniciava.

    Todos aplaudiram o desfecho que toda a história teve. E assim, nosso herói se casou com a heroína e nosso império ganhou uma nova aldeia. Todos viveram felizes para sempre e nunca se esqueceram da seguinte estratégia militar: “Sempre que for lutar contra uma heroína, nunca se esqueça de levar um rato escondido.”.

    FIM!

  6. #16
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    Padrão Re: História de uma Batalha epica

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    Citação Postado Originalmente por nardinhu Ver Post
    As tropas estavam no campo de batalha, à espera do inimigo, que estava prestes a chegar. Já era tarde, mas ninguém arriscava a ir para dormir: hoje será o dia de escrever história. As pedras brancas da muralha da cidade vizinha, escondida entre as rochas dos vales, era o que nos separava da conquista. Estávamos todos à espera da ordem. Faltava pouco tempo para o aparecer o nosso herói montado no seu cavalo de guerra e o seu galhardete para dar a ordem e dizer: "é chegada a hora da nossa glória! Hoje será um dia para ser memorado, nossa cidade, Cartago, será separada em dois momentos: todos os dias antes de hoje e todos os dias depois da batalha que está por vir", dizia Demetrius, o herói cuja fama lhe era conhecida desde os campos, desde os oásis, desde as maravilhas e até os confins da Terra, bradando em alta voz, com um olhar inspirando confiança apontado para o infinito horizonte de incontáveis tropas, onde cada um dos homens, seja legionários ou caesaris, sentia arder em seu coração uma força incontrolável, um desejo, uma aspiração, uma missão, um lema: viver é o treinamento incansável de quem nasceu para morrer por aquilo que acredita!

    Demetrius galopava lentamente com seu cavalo de guerra de um lado para o outro à frente das tropas, mantendo a respiração constante, sereno e calmo, procurando apenas inspirar cada um dos guerreiros que ali estavam: "Sei que em toda batalha há baixas, e que muitas serão do nosso lado, mas eu darei a minha vida por cada um de vocês! Tentarei salvar cada um que estiver ao meu lado, e aqueles que se ferirem, não ficará nenhum para trás". Disse ele, em um tom inflamado, erguendo o seu braço esquerdo com um grande número de ataduras. A feiticeira da cidade, Soraia, lhe havia preparado uma grande quantidade de poções de cura e até um balde da vida, mas Demetrius optou pelas ataduras, pois para ele não bastava apenas vencer a batalha, queria preservar a vida do maior número de soldados que conseguisse.

    Enfim, era chegada a hora. O som ensurdecedor vindo das tropas inimigas que marchavam e gritavam na mais alta voz era ouvido mesmo sem ainda avistar nenhuma tocha acesa ascendendo no horizonte. O silêncio das tropas de Demetrius era total, ninguém ousava exprimir um único ruído. A ordem era apagar todas as tochas. O inimigo decidiu atacar de noite para tentar surpreender supondo que toda gente de Cartago estaria em profundo sono, mas os legatis, munidos com o artefato místico olhos de águia conseguiram identificar em tempo a estratégia inimiga, e logo enviaram o relatório para Demetrius, no qual preparou toda a tropa para recepcionar a investida inimiga.

    As cinco horas da manhã as tropas inimigas despontava pelos campos e se aproximavam cada vez mais, e a emboscada estava armada, apenas esperando o sinal para se revelarem e dar inicio a épica batalha que estava por vir. Já podia se avistar toda diversidade do exército adversário que vinham levantando seus estandartes e tochas: infantaria, cavalaria, arietes e catapultas compunham a ofensiva. O número de soldados inimigos pareciam não acabar mais, eram como areia na praia, como formigas no formigueiro!

    Nesse momento Demetrius deu o aval, a batalha começara! Os inimigos não acreditavam naquilo que os seus olhos estavam vendo, não era possível, estavam sendo surpreendidos na própria surpresa. E os guerreiros de Cartago atacavam com inegável maestria, sabiam o que tinham que fazer, lutavam dois a dois, três a três, se defendiam, atacavam, contra golpeavam... Parecia que cada um deles valiam por cem homens! Enquanto isso os inimigos não sabiam o que estava acontecendo, não tinham tempo de se reorganizar, se eles recuavam, as tropas de Demetrius avançavam e os encurralavam, se eles seguissem em frente eram abatidos feito ratos.

    A vitória se desenhava, mas eram mui numerosos os soldados adversários, mas nada que preocupasse, era nítido o olhar de frustração no rosto de cada um deles, o desespero, a incredulidade, a derrota! O Sol aparecia no horizonte e um quinto do exercito inimigo já havia sido dizimado. Assim a batalha foi se prolongando e ao meio dia aproximadamente havia chegado ao fim. Os inimigos foram aniquilados, não havia sobrado um sequer! A emoção era contagiante, inexprimível, inexplicável!

    Mas não havia tempo a perder! Demetrius organizara os senadores em comboios, era a hora perfeita de conquistar a cidade inimiga, não tinham como se defender, utilizaram 100% da força certos que arrasariam Cartago. Com efeito, o glorioso exercito de Demetrius chega ao lar de seus adversários, já anoitecendo, encontrando nenhuma resistência por parte dos inimigos, apenas trabalhadores e moradores alocados cada um em seu serviço. Desta feita os senadores chegavam um por vez e começavam a trabalhar em seus discursos.

    A recente e derradeira batalha e toda a grandeza de Cartago pesavam muito no julgamento de cada habitante, fazendo que cada senador tivesse uma influência ainda maior. Estava montada as assembleias, o povo discutia, sabia que não havia para onde correr, seriam destruídos se resistissem, não havia mais força militar, a única solução seriam se entregar e se converter à Capital. Já eram mais de onze horas da noite, quando todo o vilarejo acatou uma única postura: se converteriam a majestosa cidade, onde ajudariam a contribuir ainda mais com a grandeza de tamanho império!

    Enfim, acaba o dia, e que dia! O discurso que Demetrius havia dito ainda de madrugada acabara de se concretizar: "Hoje será um dia para ser memorado, nossa cidade, Cartago, será separada em dois momentos: todos os dias antes de hoje e todos os dias depois da batalha que está por vir". Assim começa a ascensão de um império, apenas um dia histórico de tantos outros que ainda estão por vir.

  7. #17
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    informe tb o seu nick aqui no forum.

    Citação Postado Originalmente por falitudo Ver Post
    As tropas estavam no campo de batalha, à espera do inimigo, que estava prestes a chegar. Já era tarde, but ninguém arriscava a ir para dormir: hoje será o dia de escrever história. As pedras brancas da muralha da cidade vizinha, escondida entre as rochas dos vales, era o que nos separava da conquista. Estavamos todos à espera da ordem. Faltava pouco tempo para o aparecer o nosso herói montado no seu cavalo de guerra e o seu galhardete para dar a ordem e dizer........ "Meu caros companheiros de armas, eu lhes pergunto estão preparados para quebrar-lhes as espinhas e retornarem com o que já foi nosso? 500 almas amendrontadas nos esperam com lanças afiadas e com um enorme temor da morte do outro lado das muralhas inimigas, mas isso não os impedem de perecer diante das nobres espadas de vós, façam com que o brilho dos elmos, e som da vossa marcha seja a última coisa que ouvirão antes da morte, e que os que tentarem fugir vejam ao longo da campina seus irmãos urrarem de dor enquanto tomamos suas cidades e que toda a tirania imposta seja desfeita, que restaure a glória de vosso império mais uma vez e que viva para sempre vosso comandante, AVANTE!" com tais palavras, o homem ao fronte de batalha aponta sua lança aos muros escuros da cidadela e avança ferozmente com nossos 1000 homens sem medo prontos para mais uma gloriosa vitória, para terminar de vez com a tirania daqueles que almejavam dominar o servidor, os covardes que atacam na surdina, mas esses tempos se passaram, pois os portadores da luz surgiram para trazer a paz e a ordem.

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